Marcus vence de novo e assume a ponta
No último dia 06 teve mais uma etapa do Sport kart. Desta vez no RBC Racing. Desta vez com “Crossover”. Desta vez com doações de alimentos. E desta vez com a novidade de largada lançada, que foi muito bem executada pelos pilotos, e se não é a campeã de popularidade, pelo menos foi bem aceita, e por isso será mantida para a etapa final. Corridas épicas no Sport kart já caíram na rotina nesta temporada. Já está ficando chato. Ou não. Confira a seguir os relatos da etapa e tire você mesmo suas conclusões. Marcus vence mais uma Em quatro etapas, dois vencedores diferentes. Marcus Ribeiro subiu ao lugar mais alto do pódio pela segunda vez e com isso lidera a competição. Desta vez travou uma intensa batalha contra Wilson Cristofani a corrida inteira. Chegaram juntos em primeiro e segundo. “Hoje fui com a confiança alta, coloquei pra mim mesmo que eu precisava vencer se quisesse continuar na luta. Na segunda volta da tomada de tempo rodei e me bateram, perdi um tempo, mas consegui dar duas voltas e largar em segundo. Quando vi que Rogério estava pra trás, pensei em não disputar muito com o pole. Percebi que ele joga duro, ainda que mantendo a lealdade. Eu tinha muito a perder, meu kart não estava 100% de curva, por isso passei 5 voltas colado mas sem tentar passar. Ele cometeu um erro e passei, ele passou novamente, e nas últimas voltas eu decidi tentar de novo. Passei e consegui manter uma distância tranquila nas ultimas 2 voltas. Sinto que estou melhor a cada dia, e acho que este é o melhor Sport Kart de todos os tempos.”, comemorou Marcus. Para ser campeão o piloto dependerá apenas de suas próprias forças. Wilson, o pole, comandou o ritmo de largada conforme instruções passadas no briefing. Deu tudo certo no procedimento. “Corrida boa, disputei muito tempo com o Marcus. Quando ele me passou pela última vez eu não quis arriscar de nós dois ficarmos de fora, mas valeu demais a corrida.”, contou Wilson, que agora aparece na terceira colocação do certame. Hegemonia apenas nas vitórias Se as vitórias estão restritas a dois nomes, o mesmo não pode se dizer do pódio. Dois novos pilotos levaram medalhas pra casa, Leo Costa em terceiro (quarto na corrida) e Marcelo Madureira em quarto (chegou em sexto mas subiu duas posições devido a convidados). Ambos já haviam triunfado em edições anteriores, mas pelo Grupo B. Agora, correndo em igualdade de condições contra muitos competidores rápidos e experientes, mostram seu potencial e deixam claro que também têm condições de se destacar. “A corrida foi ótima. Na tomada de tempo busquei entender a pista para ganhar mais velocidade. Acabei a qualificação em sexto. Na largada busquei o meio da pista, fiz uma boa primeira volta. Depois de algumas voltas percebi que estava no pelotão da frente e busquei observar os mais experientes e aprender. Com mais confiança fui em busca de posições, aí a disputa ficou emocionante. Alternei posições durante toda a prova e as disputas firam extremamente leais e legais. Acabei em sexto e muito satisfeito com meu desempenho.”, contou Marcelo. “Realmente senti uma emoção muito grande, o coração batia forte o tempo todo. Essa medalha vai ficar guardada junto com a lembrança de uma corrida que foi a melhor que já fiz até hoje. Pra minha surpresa no final da prova o Danilo disse que eu havia feito um dos melhores tempos. Poxa! Foi bom mesmo, espero poder repetir isso, e com esse clima que só as corridas do Sport kart tem.”, completou o piloto. “Larguei em quarto, na largada pulei para terceiro e vi a minha frente o Sr. Wilson e o Marcus. Fiquei surpreso de estar ali! Consegui defender bem a posição até as voltas finais, quando o Luiz me passou. Em 2016 [quando conquistou pódio] era Grupo B e largada invertida, e eu larguei em segundo na ocasião. Foi na chuva, e eu só fiquei no pódio por ter uma pilotagem cautelosa, além do fato dos bons terem largado lá trás. Desta vez fui o quarto melhor na tomada de tempo e cheguei a ganhar uma posição durante a corrida. Foi uma grande surpresa, mas sei que tenho que melhorar muito ainda, é o kart que peguei que estava muito bom.”, descreveu Leo Costa. Felipe e sua corrida quase solitária Felipe Porto andou parte da corrida sozinho, e parte junto com Rogério Ferrum, vencedor das duas últimas etapas. “Resumindo a corrida em duas palavras: sem emoção! (risos) Consegui fazer só uma ultrapassagem na largada e ali fiquei até o fim da corrida. Fui me defendendo de quem estava atrás e apenas vendo o pelotão distanciando sem poder fazer nada. O kart estava lento de reta, e escorregando nas curvas. Espero que a última etapa tenha mais emoção, com ultrapassagens e um kart rápido para ao menos conseguir mais um pódio e tentar acabar o campeonato com um troféu.”, contou Felipe, que chegou em sétimo, mas herdou o quinto lugar no pódio graças à participação de dois convidados. Ferrum chegou logo atrás dele, e com a aplicação dos descartes aparece na vice-liderança da competição. Também possui boas chances de título. Disputas de arrepiar: Sport Kart cumpre seus objetivos em 2018 e se prepara para voos mais altos Além das disputas no pelotão da frente, que incluiu os dois convidados Didi Souza e Luiz Assumpção, nas posições intermediárias um emaranhado de pilotos rasgou as retas e curvas do RBC. Karts lado a lado, às vezes com até 3 pilotos, e nenhum incidente importante. Todos andando no mesmo nível e se respeitando. A turma de 2018 do Sport kart conseguiu. Resgatou o espírito de disputas saudáveis e a alegria em encontrar os amigos aos domingos para sentirem a adrenalina do esporte. A campanha “Sport kart retrô” lançada no final do ano passado não foi apenas um golpe de publicidade. A ideia se traduziu em ações. O “kartismo raiz”, o “jeito moleque” de encarar
Marcus vence de novo e assume a ponta Read More »








